...LAURA PORTO RANGEL
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Boa tarde
Estou retornando a ativar o meu blog que tanto tem feito falta.
uso muito o Facebook mas é melhor ter o blog para minhas novas escritas.
Vou postar um poema .Ainda estou experimentando seu funcionamento Vamos ver se tenho sucesso
Porto Alegre está chuvoso e em horário de verão.Eu terminando de ler o livro de Oliveira Silveira pois amanhã teremos um SARAU na Roda de leituras sobre sua obra.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Retorno ao Blog
Boa tarde, gente, Aqui depois de muito tempo.
Quando criamos este blog eu auxiliada por uma querida amiga a Maria Elizabeth, eu ainda não havia sentido a real necessidade de ter um blog, o facebock me bastava. Estava escrevendo para publicar meu livro o que aconteceu, na feira do livro do ano passado em Porto Alegre. há um ano e as Bonecas Russas estão editadas e com uma página na internet também
Atualmente, estou com mais necessidade de escrever por aqui.
Claro, algo mudou e as oficinas de poesia que voltaria a fazer foram interrompidas pela triste perda dele- Paulo Bentancurt ,meu amigo e oficineiro, poeta de mão cheia.Muito conhecido entre nós.
Nos deixou em 28 de agosto. Meus poemas todos no word para enviar-lhe, ficaram ainda não lidos e nem corrigidos. Pretendo ir colocando-os por aqui no Blog.
Não somente poemas pretendo postar, mas pequenas narrativas como tenho tido vontade de fazer
.Minhas lembranças têm
m me batido à porta. às vezes em sonho, outras simplesmente quando começo a escrever.
domingo, 3 de maio de 2015
Motocicleta
Da morte não gosto
faço de tudo para esquecer
busco a arte
filosofo
escrevo,leio,escrevo,crio
se leio sei que é alheio
acontecimento, fato urgente
manchete em jornal
o fato novamente
a dilacerar o coração
as semelhanças nesta vida
onde tudo se repete
a vida é ciclo infalível
na qual circulamos ao redor
como apenas um número circense.
Laura Rangel
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
ALUCINÓGENO
A palavra é lavra
Petrifica no corpo.
Entra na carne
É tatuagem, alta voltagem
A palavra não volta
Sem palavras,
ali à sua frente,
aquela cabeça que ela já vira,
desde o ventre, era ele
O rapaz cara a cara?
A silhueta nascente já se foi
Mas era ele ali, diante de si,
O rosto a cor, a postura,
O cheiro exalando a memória
Engano, ele já se fora
A retina captando fantasmas.
Petrifica no corpo.
Entra na carne
É tatuagem, alta voltagem
A palavra não volta
Sem palavras,
ali à sua frente,
aquela cabeça que ela já vira,
desde o ventre, era ele
O rapaz cara a cara?
A silhueta nascente já se foi
Mas era ele ali, diante de si,
O rosto a cor, a postura,
O cheiro exalando a memória
Engano, ele já se fora
A retina captando fantasmas.
Laura Porto Rangel
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